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4 de mar. de 2016

Sites para conhecer a Flora Brasileira

Conhecer a flora brasileira é uma das maneiras de trabalhar a preservação da biodiversidade. Antigamente, restritos aos estudiosos da área, os catálogos botânicos do Brasil estão mais completos e acessíveis. Destacam-se o Herbário SPF e o Flora do Brasil 2020.



Herbário SPF
O acervo sob responsabilidade do Instituto de Biociências da USP possui cerca de 210 mil registros, sendo considerado uma das maiores coleções da América Latina. Como coleções relevantes, há a Flora dos Campos Rupestres (MG, BA, GO, TO), a Flora do Pico das Almas, a Flora da Serra do Cipó, a Flora de Grão Mogol, a Flora de Catolés e a Flora de São Paulo.


Flora do Brasil 2020
Do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a Lista de Espécies da Flora do Brasil possui chaves de identificação e ilustrações para todas as espécies de plantas, algas e fungos conhecidos para o país. Até 2016, foram reconhecidas 46092 espécies para a flora brasileira, sendo 4747 de Algas, 32826 de Angiospermas, 1524 de Briófitas, 5711 de Fungos, 30 de Gimnospermas e 1254 de Samambaias e Licófitas.


Um Pé de Quê?
Já para os que não precisam de dados científicos, o site Um Pé de Quê? é visita obrigatória. O site ajuda a identificar as espécies e possui vídeos que contam a história das plantas associada à cultura local. O programa de mesmo nome, exibido no canal Futura, foi considerado o maior acervo mundial de flora em formato televisivo. Vale uma olhada... ou muitas.



25 de fev. de 2015

...em nome da Sustentabilidade?

Todos os anos, esperamos a publicação do "Estado do Mundo". Relatório elaborado pelo The Worldwatch Institute que mostra nossa evolução nas questões relacionadas aos temas ambientais.

De origem americana, o relatório carrega, em sua ideologia, grande influência do pensamento de Lester Brown, fundador do The Worldwatch Institute e ambientalista respeitado por sua maneira objetiva de mostrar nossos erros de consumo e de desigualdade em nome de um desenvolvimento econômico que tem se mostrado pouco eficiente nesses tempos em que sobram sapatos em nossos armários, mas falta água para lavar os pés.

A boa surpresa dessa edição foi sua disponibilização gratuita antecipada, que nos permitiu a leitura de "Como governar em noma da Sustentabilidade" tão logo fosse concluído. Nos chamou atenção o capítulo 5 - A voz dos jovens e das futuras gerações, que apresenta inciativas sem sucesso de representações políticas com poder de interceder em questões que poderiam trazer prejuízo às futuras gerações. Nosso imediatismo não permite tal ambição porque, como diz o texto, "são necessárias mudanças relacionadas ao modo como produzimos e consumimos, como definimos prosperidade e progresso e o quanto estamos dispostos a sacrificar por isso". 

Aproveite também a boa leitura, com acesso gratuito no link:

http://www.wwiuma.org.br/estado_mundo_2014.pdf

24 de fev. de 2015

Decrescimento sustentável? O que é?

Economia verde, tripé da sustentabilidade, democracia ecológica radical, couch surfing, crowdfunding, car sharing... O vocabulário da sustentabilidade tem aumentado mais do que nossas atitudes de preservação do ambiente.

A visita de Reinhard Loske ao Brasil, em fevereiro de 2015 trouxe mais uma palavra para nosso repertório:  decrescimento.

Loske, professor de Política, Sustentabilidade e Dinâmica da Transformação da universidade de Witten (Alemanha), popularizou o termo "decrescimento" em suas palestras enxergando o que todos vemos e evitamos: "Os benefícios do crescimento vêm de forma desigual e às custas de grande impacto ambiental e do estilo de vida de populações marginalizadas."

Para nós, de países colonizados, que trocamos a expressão "terceiro mundo" por “em desenvolvimento”, o termo "decrescimento" aparece na contramão de nossos objetivos de acesso a novas tecnologias, de aumento da infraestrutura de transporte, moradia, saúde e educação. Requisitos básicos, para não falar em saneamento básico que atinge apenas metade do território nacional. Decrescimento não é o que esperamos.  

Loske explica que decrescimento não se refere especificamente à diminuição do desenvolvimento econômico, mas a uma mudança de paradigmas que começa com iniciativas pontuais de ações coletivas, como economia solidária, pós-extrativismo, bens comuns, onde a ênfase não está no "menos", mas no "de outra forma".

E o "de outra forma" acontece a partir de nossos questionamentos do dia a dia. Em estarmos atentos a nossos exageros e desperdícios, em optarmos pela reutilização e não pela troca, em olharmos mais para dentro de nós mesmos sem a exigência de seguir o padrão determinado pela televisão.

Em meio ambiente, novos termos aparecem todos os dias, a começar por "meio ambiente", ainda criticado por estudiosos da língua quanto à sua redundância. Se servem para levantar a nossa necessidade de sermos mais racionais em relação ao mundo que vivemos são mais do que válidos. Por outro lado, em minha maneira simplista, continuarei perguntando, ao comprar, ao usar, ao agir: Precisa? 

Para saber mais, a Fundação Heinrich Böll disponibiliza acesso para a publicação: "Novas formas de economia cooperativa como contribuição para o desenvolvimento sustentável", de Reinhard Loske que você pode acessar aqui: Link para Fundação Heinrich Böll

10 de mar. de 2014

Pensar, comer, conservar.

A Segurança Alimentar está ganhando um debate de proporções mundiais e a informação é o primeiro passo para participar da campanha por alimentos saudáveis com redução do impacto ambiental na sua produção e pós-consumo.

Informações sobre a produção de alimentos e nossa responsabilidade de reduzir seu desperdício são temas do jogo "Pensar, comer, conservar", inspirado na campanha do PNUMA, para o Dia do Meio Ambiente, em 2013.

Quer saber mais? Clique no vídeo:




Visite o site de jogos: http://www.precisa.org.br

28 de dez. de 2013

Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis


Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis, esse é o tema da IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente, realizada em novembro com o objetivo de fortalecer a educação ambiental nos sistemas de ensino, propiciando atitude responsável e comprometida da comunidade escolar com as questões socioambientais locais e globais, com ênfase na participação social e nos processos de melhoria da relação ensino-aprendizagem, em uma visão de educação para a diversidade, inclusiva e integral.

Consumo sustentável está entre os temas da conferência e a reflexão sobre o assunto chegou à Turma da Mônica que mostra maneiras simples de viver em harmonia com o meio ambiente.

Acesse o gibi da Turma da Mônica aqui: Cuidando do Mundo

3 de nov. de 2013

O Ciclo da Água

http://www.unwater.org/fileadmin/user_upload/watercooperation2013/Campaigm_mtrl/watercycle-kids-portuguese-poster.jpg

Faça o download para ver em detalhes: O Ciclo da Água

21 de fev. de 2013

Consumo na Infância - Download da Cartilha


"Ninguém nasce consumista. O consumismo é um hábito que se forma a partir de valores materialistas e que traz sérios problemas para a sustentabilidade."


Texto da cartilha “Consumismo infantil: na contramão da sustentabilidade”, que traz informações preocupantes, entre elas, o fato de que 64% de todos os anúncios veiculados nas emissoras de TV, monitoradas às vésperas do Dia das Crianças de 2011, foram direcionados ao público infantil, de acordo com o Instituto Alana. 


Amplamente ilustrada e com diversos tópicos que orientam pais e professores, a publicação é o terceiro volume da série Cadernos de Consumo Sustentável, editada pelo Ministério do Meio Ambiente. O novo volume incentiva medidas como o consumo de lanches mais saudáveis, feitos em casa, que geram menos lixo e descarte de embalagens; a prática da troca de brinquedos ao invés da compra de novos e propõe aos adultos que reflitam junto com as crianças sobre o ato da compra.

Engajar crianças é fácil... quando nós adultos somos engajados. Mais do que palavras, crianças aprendem pelo exemplo. 

Acesse a cartilha para download: Cartilha Consumismo Infantil

9 de jan. de 2013

Demanda Espontânea de 2013 - Inscreva seu Projeto Ambiental

O Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), do Ministério do Meio Ambiente, publicou as regras para apresentação de propostas para a Demanda Espontânea de 2013, com os temas:

Água e Florestas
Conservação e Manejo da Biodiversidade
Sociedades Sustentáveis 
Qualidade Ambiental 


Os projetos serão recebidos de 02/01 a 22/02/2013 e as regras e temas para a elaboração das propostas estão no link:  Demanda Espontânea 2012-2013

O Conselho Deliberativo do FNMA selecionará dez projetos com valores entre R$ 100 mil e R$ 300 mil para serem executados no prazo de 12 a 18 meses. Poderão enviar propostas as instituições públicas pertencentes à administração direta ou indireta (federal, estadual e municipal), os consórcios públicos, e as instituições privadas brasileiras sem fins lucrativos que possuam atribuições estatutárias para atuarem no tema meio ambiente.

Confira as regras para inscrição: Linhas Temáticas FNMA - PPA 2012-2015


10 de dez. de 2012

Legislação Ambiental para Crianças - Download Livro



A professora Giani Lopes Missirian, que ministra a disciplina Educação Ambiental na UNIGRAN (MS), insatisfeita com a falta de material de educação ambiental, reuniu estudantes, foi a campo e realizou o bonito "Legislação Ambiental para Crianças". Mostrando a lei em desenhos infantis, o livro é uma boa opção para uso em escolas e outras instituições.







O material gratuito para download conta com um jogo da memória que relaciona as ilustrações do livro aos temas legais, envolvendo alunos aos conceitos ambientais de maneira divertida. Há também sugestões para abordar o tema, além de ser inspiração para outras questões importantes para o público infantil que podem ser tratadas com metodologia semelhante.




O download pode ser feito no link: Legislação Ambiental para Crianças

3 de set. de 2012

Coleta de óleo de cozinha concorre a Recorde Mundial


O Programa Reóleo, criado há 14 anos pela Associação Comercial e Industrial de Florianópolis – ACIF, inscreveu-se no Guinness Book - o livro dos recordes mundiais. A proposta é recolher 10 mil litros de óleo de cozinha usado e dar adequada e racional destinação, no período de 1° de setembro a 1º de outubro.

Cada morador de Florianópolis pode participar desta ação em defesa do meio ambiente ao colocar o óleo de cozinha usado numa garrafa pet e levar ao Ponto de Entrega Voluntário- PEV participante do evento. OS PEVS estão distribuídos por todas as Regionais da ACIF, pelo CAT - Centro de Atendimento Turístico e locais com as placas indicativas - Floripa no Guinness.

Excelente iniciativa de educação ambiental que envolve toda a cidade em uma atividade que preserva nossos rios com uma ação simples que todos podemos praticar.

Parabéns Floripa!  Que a estrutura de pontos de entrega voluntário seja inspiração para outras necessidades de coleta.

Saiba mais: Floripa no Guinness